quinta-feira, 9 de abril de 2015



Meu corpo em queda-livre
Melhor deixar fluir! 



Paragens e Circunstâncias

Ir ali tornou-se um hábito!

Estou passando por uma fase de amadurecimento pessoal e intransferível...

algumas coisas são meramente coisas, algumas situações não tiram o meu conforto,
não por eu ter, "enfim", me brutalizado..mas aprendi que é melhor deixar pra lá, mas
 também não no sentido de que eu não me importo, mas no sentido que por mais que
 esperneie nada vai mudar.

Dias de inferno astral estão bem presentes nestes últimos tempos, e como sou do
 pensamento de que depois da tempestade vem a bonança, isso vai passar!

Noites de sonhos confortam-me e silenciam a barulhenta queda de um quase...

Estou com saudades...
Tenho medo...
Não sei fingir...
A maldade tá na espreita...
O grande golpe precisa de apenas alguns votos..
A noite esfriou...
Os meus pés doem...


Pryscilla Carvalho - em...sei lá!

domingo, 8 de março de 2015

Proteja-me minha Senhora


Salve Rainha, mãe de misericórdia
Vida, doçura e esperança nossa, Salve!
A vós bradamos, os degredados filhos de Eva
A vós suspiramos, gemendo e chorando
neste vale de lágrimas.
Eia, pois, advogada nossa! 
Esses vossos olhos misericordiosos
A nós volvei! 
E depois deste desterro, 
Mostrai-nos, Jesus, bendito fruto do vosso ventre
Ó clemente,
Ó piedosa,
Ó doce sempre Virgem Maria.
Rogai por nós  Santa Mãe de Deus, 
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. 
Amém!!

domingo, 1 de março de 2015




Pra quem gosta de Turbantes, assim como eu, dá uma sacada
na comunidade da Thaís Munis, a preta arrasa! 

https://www.facebook.com/turbante.se?fref=ts

http://turbante-se.tumblr.com/

Legal, né? 

Pryscilla Carvalho - turbantezando-me! 




Salve Jorge!






quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015


Amigos, a partir de agora, somente aos domingos terá novidades.
Uma imagem bacana...
Um texto bobo...
Um vídeo musical...
Uma fotografia...
Algo sobre Teatro...
E afins!



Pryscilla Carvalho - em tempos de não desesperar!!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Soneto a quatro mãos


Paulo Mendes Campos
Vinícius de Moraes

Tudo de amor que existe em mim foi dado. 
Tudo que fala de amor em mim foi dito. 
Do nada em mim o amor fez o infinito
Que por muito tornou-se escravizado. 


Tão pródigo de amor fiquei coitado 
Tão fácil para amar fiquei proscrito.
Cada voto que fiz ergueu-se em grito
Contra o meu próprio dar demasiado. 


Tenho dado amor mais que coubesse
Nesse meu pobre coração humano
Desse eterno amor meu antes não desse. 


Pois se por tanto dar me fiz engano
Melhor fora que desse e recebesse
Para viver da vida o amor sem dano. 











quarta-feira, 14 de janeiro de 2015



AGRADECIMENTOS

A Deus por me guiar pelos caminhos, mesmo que escuros, mas com muita confiança e perseverança. 

Ao professor Dr. Arão Nogueira Paranaguá de Santana, orientador deste trabalho, pela exímia orientação e grande generosidade. A nossa amizade é persistente.  
À mulher da minha vida; minha mãe, Rosana de Jesus dos Santos, pelo exemplo de mulher guerreira, por nunca desistir de mim e do meu irmão. Amor da minha vida.
Ao meu irmão; Pablo Santos de Carvalho, pela infância colorida, pelas brigas de irmão que nos fizeram cúmplices e por todos os carinhos trocados, tu és a minha esperança.  A saudade é imensa.
A todos os familiares mais próximos; avós, tios, tias e primos, por terem feito parte da minha formação enquanto ser humano que sou. Pelos momentos de festas em família que sempre são tumultuosos, porém revigorantes.
Ao meu companheiro de vida e profissão; Abimaelson Santos, pela constante força, amor, carinho e imensa confiança em mim. Os dias e noites vividos contigo são bem mais do que um dia eu sonhei.  :)0(: Eu te céu.
Aos amigos do tempo da escola; Jairo Frazão, Laerte Ribeiro, Italiane Cristine, Karla Cristine, Holivanda dos Anjos, Aurilane, Tania dos Santos, Milton Chacau, Manuel (Príncipe), Mardony, Talita Nayane, por terem feito desta etapa da minha vida, aventuras D. Quixotianas.
A todos os meus professores do ensino médio, hoje grandes afetos, que com dedicação me ensinaram que a vida é um eterno estudo. Em especial a Luís Antônio Freire, o grande culpado por esta travessia poética e errante.
Aos professores, Luis Roberto de Sousa e Alysson Ericeira Sousa por aceitarem ao convite de integrar a banca desta monografia, e ainda por muito terem me ensinado, seja como profissionais ou afetos fraternos, que o teatro persiste.

A elas, que fazem meu riso saltarem dos olhos; Cíntia Pessoa, por sua loucura e grande força de perseverar, à Flávia Jeonara Leão, exemplo de generosidade e delicadeza nos gestos, à Tereza Raquel Sousa, que Deus permitiu que eu escolhesse como irmã, exemplo de lealdade. Amo-as.
Aos amigos da Universidade, Jurandir Eduardo, Braz Moraes, Marlucie Emily, Cleyton Sousa, Rogers Poul, Aline Anchieta, Ideane Bastos,  Nádina Lindoso e Lívia Cerqueira, que fizeram de cada aprendizado uma memória. E ainda, aos outros que não faziam parte da minha turma, mas cooperaram de forma ímpar para o meu processo formativo, Didam Hou Braga, Darcileia Sousa, Camila Grimaldi, James Lopes e Evandir Oliveira.
A Luciana Bernardi, pela sempre disponibilidade em ajudar, pelos conselhos de amiga-irmã e também por acreditar e torcer por mim. Amar-te é tão fácil.
A Claudia Raphaella, pelo refúgio fraterno, pelos risos de alegria e cumplicidade na hora da dor. Nossa amizade desconhece os limites da distância.
Aos amigos e companheiros de estrada e caminhar ético-estético-político. A Alana Araújo, por estar ao meu lado nos momentos mais conflituosos da minha vida; Aline Nascimento, pelos conselhos de irmã, por chorar meu choro nos momentos de aflição e ainda pelo sorriso que me encanta a cada momento de cumplicidade; Raphael Brito, mesmo hoje geograficamente distante, um bom amigo e guardador de mim nas noites escuras; Gilberto Martins; pela sede do fazer e pelas longas noites de risos plenos; Almir Pacheco, pelo riso e divertimento de longa data; Fernanda Areias, pelo companheirismo e dedicação ao ofício da amizade, Brenda Oliveira, pela simplicidade de ser. Juntos compomos o Núcleo de Pesquisas Teatrais Rascunho, refúgio de experiências cênicas e aprendizados estéticos.
Aos colaboradores, Evenice Neta e Gilberto Martins, que deixaram-se mergulhar nesta pesquisa e através de suas memórias costuraram junto comigo as narrativas de experiências.
Obrigada à todos.